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- O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), declarou em vídeo publicado na quarta-feira, 28, que respeita o resultado das urnas e defende a pacificação política no país.
- A manifestação ocorreu após o senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado na eleição presidencial de 2026, divulgar carta em que se autodenominou o "verdadeiro presidente eleito do Brasil".
- Jorginho afirmou que "não é hora de aprofundar feridas, mas sim curá-las" e reforçou que manterá foco na administração estadual e na defesa dos interesses de Santa Catarina.
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), se pronunciou pela primeira vez em vídeo sobre o resultado do segundo turno da eleição presidencial de 2026. A gravação foi publicada nas redes sociais na noite de quarta-feira, 28, e nele o governador afirmou respeitar a decisão das urnas e defendeu a pacificação política no país.
A manifestação veio pouco depois de o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência e apoiado por Jorginho durante a campanha, divulgar uma carta em que se autodenominou o “verdadeiro presidente eleito do Brasil”.
No pronunciamento, o governador reconheceu o fim da disputa eleitoral, mas mencionou a existência de questionamentos sobre o processo. Ele também afirmou que as instituições públicas devem ajudar a reduzir a tensão política após o pleito.
“Não é hora de aprofundar feridas, mas sim curá-las. Da minha parte, continuarei cumprindo a missão da qual jamais abrirei mão, defendendo os interesses de Santa Catarina acima de tudo, com firmeza e responsabilidade, respeitando as instituições e o resultado final das urnas”, declarou.
Foco na administração estadual
Ao encerrar a manifestação, Jorginho Mello reforçou que pretende manter o foco na administração estadual e na defesa dos interesses de Santa Catarina. A fala ocorre em meio às repercussões da derrota de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial e às declarações do senador após o resultado.
Durante a campanha, o governador apoiou o candidato do próprio partido. Agora, defende o respeito às instituições e ao resultado eleitoral, além de pedir que o país supere as divergências políticas.